O papel em branco

(pegando um gancho no post anterior)

Suponha que sou uma folha de papel em branco

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Eu escolhi morar em um país menos desenvolvido que o Brasil justamente para eu ter a oportunidade de me testar. E através disso, me esboçar, me reescrever, me amassar, desamassar e amassar de novo até o ponto que de tanto rabiscos, de tantos amassados, levar comigo diferentes conteúdos, passar por diferentes formas.

Os escritos apagados são as idéias que não sigo mais, amadureci outras. Os escritos legíveis são as idéias reafirmadas. Os amassados são resquícios de uma pessoa que não existe mais. Porém, as cicatrizes estão ali, já assumi diferentes formas, tenho que permitir me reinventar.

O mais importante de tudo isso é saber que vou sempre poder me reescrever e me moldar do jeito que achar preciso. Afinal, já dizia o poeta: “eu prefiro ser uma metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.

Independentemente de onde eu estiver ou do que estiver fazendo. Vou me escrever e reescrever até esse lápis chamado vida acabar.

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E sigo escrevendo e me reescrevendo…

 

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Chalo,

O Cosmopolita

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